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Perdida.
quarta-feira, 17 de julho de 2013 @ 01:11
Hoje acordei. Olhei para o lado. Não te vi. Lembrei-me da conversa que tínhamos tido na noite anterior.
Agora? Estou confusa. Sinto-me perdida. Não sei o que é suposto fazer. Pediste-me um tempo, tempo para pensar, refletir. Pediste-me espaço, espaço para passares esse tempo. Mas... E eu? Que devo eu fazer neste momento? Calar-me? Isolar-me? Seguir a minha vida?
Deixaste-me à deriva depois de tanto tempo a cuidar de mim e a levar-me pelo caminho certo. Eras o meu guia, fizeste-me mudar, crescer. Cometi erros? Sim. Mas quem não os comete quando começa algo de novo?
Dizes que já não te transmito a paz que outrora transmitia. Dizes que já não sou aquela que era capaz de te tranquilizar em caso de problema. Dizes que sentes a minha falta, mas que não queres estar perto de mim. Dizes que ainda me amas, mas que não sabes o que fazer.
Quem primeiro afirmou que só damos valor às coisas quando as perdemos, não se enganou. Não te perdi, ainda, porém, a possibilidade de que isso aconteça, assusta-me. Dia, após dia, após dia, após dia... Tenho o coração nas mãos. Tenho medo. Não tenho para onde fugir. Não tenho onde me refugiar. Sinto falta do teu toque, do teu beijo, do teu amor. Sinto falta do teu cheiro, do teu sabor, do teu olhar. Sinto falta das conversas, da partilha, dos abraços. Sinto falta dos risos, das brincadeiras, dos choros. Sinto falta de adormecer ao teu lado e de ao teu lado acordar. Sinto falta de ti. Sinto falta...
A falta que me fazes deixa-me perdida, sem rumo. Não tenho vontade de comer, respirar ou até acordar. Estou rodeada de pessoas que me querem bem e no entanto nunca me senti tão sozinha. Porquê? Porque és tu que me preenches e me dás aquela alegria que agora não está.
Mas não te vou deixar partir sem eu mesma ir à luta. Não! Não vou desistir de ti enquanto em mim estiver, a mínima esperança que seja, de que tudo possa voltar ao normal. Normal? Não. Para que tudo seja melhor do que fora durante os anteriores meses. Não vou desistir do homem que lutou por mim durante tanto tempo. Se tu conseguiste, eu também irei conseguir.
Promessas são promessas e as que te fiz cumpridas serão. Amo-te meu príncipe.
profile
O meu nome é Joana Lourenço. Sou de Leiria e nasci em mil novecentos e noventa e três, numa segunda onde a lua brilhava crescente no céu. Era dia catorze do mês de Junho quando emiti o meu primeiro som. Como tal encontro-me com vinte anos e como uma adolescente normal tenho os meus sonhos, as minhas ambições, os meus amores e desamores, as minhas alegrias e tristezas. As minhas paixões são a dança e a fotografia, não sei viver sem elas, assim como também não vivo sem os meus amigos e a minha família.
Actualmente encontro-me a estudar na cidade invicta, o meu querido Porto.