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Quem ama, sofre...
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012 @ 19:28
Desde o dia 1 de Janeiro de 2011 que não me sentia assim. As borboletas na barriga, o nervosismo constante, o batimento acelerado do meu coração. O dia 26 de Dezembro de 2011 marcou-me para o resto da vida, foi o dia em que me dirigiste a palavra. Um "Olá" que mal sonhava eu que se iria tornar em muito mais.
Conversa aqui, conversa ali, a toda a hora falávamos. Podíamos até não ter nada para dizer, mas mesmo assim continuávamos. Tu sempre muito atrevido e eu tímida e reservada, sempre com uma sensação de "mas porque é que ele ainda fala comigo?".
Acabou 2011, começou 2012. Logo na segunda semana do ano nos encontrámos. O Dragão foi o sítio elegido por ti. Subi as escadas, a cada degrau a frequência cardíaca aumentava, os batimentos eram cada vez mais fortes. Estava nervosa. Quando te avistei pareceu que tudo o resto parou, só existias tu, não ouvia nada, não via mais nada a não seres tu, nem queria acreditar. Cumprimentei-te, trocámos algumas (poucas) palavras e como por magia, um beijo. Foi instantâneo, como se já nos conhecêssemos há muito, mas nem há um mês falávamos. Algo no meu coração me fazia sentir que tudo batia certo. Depois de mais de 12 meses voltara a apaixonar-me, no dia 10 de Janeiro de 2012.
No dia seguinte voltámos a ver-nos e tu lançaste aquela pergunta. Só tínhamos estado juntos UM único dia e tu arriscaste. Eu aceitei o desafio. Cedo de mais? Eu pensava que não. Eu sentia-me bem contigo, muito bem, como nunca me tinha sentido antes. Segura. Apenas te fizera prometer que NUNCA me irias abandonar ou fazer sofrer. Até te disse A palavra! Aquela que só tinha dito aos dois verdadeiros homens da minha vida: o meu pai e o meu melhor amigo.
Promessas, promessas.. Eu já devia era ter idade para saber que as promessas são sempre abstractas, pelo menos as que me são feitas. Sim, a mim particularmente. Só por mim, já sou uma pessoa insegura, desconfiada, que não consegue acreditar quando as coisas correm bem de mais. Mas tu, por alguma razão que desconheço, foste capaz de me fazer acreditar, consegui confiar em ti e contar-te sempre tudo, consegui acreditar que desta vez não me ia magoar. Mas, como sempre, enganei-me. Não foi preciso muito tempo para me partires o coração. E porquê? Por seres tu a não querer acreditar e confiar em mim, sem eu te ter dado qualquer razão. Nunca percebi. Não falavas, não falas. És inseguro? Não aparentas ser, mas da maneira que reagias, só podes ser.
Tenho saudades. Saudades tuas, dos teus carinhos, mimos. Tenho saudades das tuas palavras, dos teus "fica comigo para sempre", dos teus "nunca me deixes", dos teus planos para o futuro comigo. De quando me dizias que já não te sentias assim há muito tempo, de que eu é que te fazia sentir bem e que era a única que te dava razões para andares com um sorriso enorme na cara.
A primeira vez que "rachaste" o meu coração eu nem queria acreditar. O que fiz? O único que havia a fazer. Não desisti e fui à luta. Sabia que não era fácil mas valia a pena, apesar de poder sair ainda mais magoada. Fui atrás do teu amor, surpreendi-te, tudo. Eu prometera que nunca te iria abandonar e o que eu prometo, faço questão de cumprir, por mais que custe.
Mas nunca mais foi a mesma coisa. Culpa minha? Podes achar que sim, mas eu acho que não. Essa tua insegurança desnecessária arruinou tudo. Ou melhor, quase tudo. Não conseguiu destruir nem um bocadinho do grande e verdadeiro sentimento que tenho por ti. Este sentimento que me sufoca por não quereres estar mais comigo como antes. Este sentimento que nos pode fazer muito felizes ou matar-nos por dentro. AMOR é o que sinto por ti e não tenho qualquer vergonha em assumi-lo, mesmo estando já afastados. Eu contigo estava (e ainda estou) disposta a TUDO!
"Amor é fogo que arde sem se ver; É ferida que dói e não se sente".
Amei-te, amo-te e vou amar-te sempre. Independentemente do que venha a acontecer nunca te vou abandonar até ao fim da minha vida. Porque tu não és qualquer um, tu és aquele que mais me marcou.
Vai ser difícil, ou quase impossível, alguém superar-te.
Não és muito, és tudo!
Obrigada por me teres lembrado que o amor verdadeiro existe.
Vou estar sempre aqui para ti, sempre ao teu lado a apoiar-te.
profile
O meu nome é Joana Lourenço. Sou de Leiria e nasci em mil novecentos e noventa e três, numa segunda onde a lua brilhava crescente no céu. Era dia catorze do mês de Junho quando emiti o meu primeiro som. Como tal encontro-me com vinte anos e como uma adolescente normal tenho os meus sonhos, as minhas ambições, os meus amores e desamores, as minhas alegrias e tristezas. As minhas paixões são a dança e a fotografia, não sei viver sem elas, assim como também não vivo sem os meus amigos e a minha família.
Actualmente encontro-me a estudar na cidade invicta, o meu querido Porto.